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Notícias

22sicusp fmt22º Siicusp

Estão abertas até o dia 5 de agosto de 2014 as inscrições para o 22º Siicusp.

Podem participar do 22º Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da USP (Siicusp) todos os alunos regularmente matriculados em um curso de Graduação, da USP ou de qualquer outra universidade.

As inscrições são gratuitas e obrigatórias a todos os bolsistas de Programas de Iniciação Científica e de Iniciação Tecnológica.

Os participantes devem encaminhar um artigo resumido com a descrição da pesquisa, objetivos, método utilizado, resultados e conclusões.

curso semi fmtCurso semipresencial de Licenciatura em Ciências

O objetivo do curso é formar professores de Ciências para atuar na Educação Básica.
O curso tem duração de oito semestres e carga horária de 2.835 horas. Os encontros presenciais nos polos terão periodicidade de até duas vezes por semana.

O ingresso no curso será por concurso vestibular realizado pela Fuvest.

elnino fmtEntrevista ao Climatempo - com o prof. Marcos S. Buckeridge

Em entrevista ao Climatempo, o prof. Marcos S. Buckeridge do departamento de Botânica do IB/USP falou sobre as consequências do fenômeno El Niño nas plantações do sul do país.

diferenteDiferentes, mas semelhantes

Confira a participação da profª Eliana M. Beluzzo Dessen na reportagem sobre a iniciativa do Centro de Pesquisas sobre o Genoma Humano e Células-Tronco do IB/USP, de levar conhecimentos em genética para usuários do metrô de São Paulo e também para alunos do Ensino Médio de todo o estado, com a campanha “Diferentes, mas semelhantes” dentro do Projeto Semear Ciência.

domacaco fmtDo Macaco ao Homem é a nova atração do Museu Catavento
São Paulo entra para rota das metrópoles que abrigam grandes exposições sobre a evolução da espécie humana

Diante da constatação de que faltava no Brasil uma grande exposição museográfica que atendesse aos anseios das pessoas por conhecer um pouco mais sobre sua origem, o Catavento Cultural e Educacional, em parceria com o Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP, concebeu e acaba de implantar a exposição permanente Do macaco ao homem.
“O objetivo principal da exposição é mostrar que os conhecimentos sobre o processo de hominização já estão bastante avançados e que é possível caracterizar, com um elevado grau de certeza, os principais passos de nossa linhagem evolutiva”, explica o antropólogo e arqueólogo Walter Neves, coordenador do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP.
Essa possibilidade, segundo Neves, advém do fato de que, sobretudo nas três últimas décadas, foram encontrados diversos fósseis de hominídeos, tanto na África, como em outras partes do Velho Mundo. “Hoje está claro que a evolução de nossa linhagem (bípede) começou há cerca de sete milhões de anos, quando, pela ultima vez, repartimos um ancestral comum com os chimpanzés, com quem repartimos 98% de nosso genoma”, afirma. E esclarece: “Entre sete milhões e dois milhões de anos, nossa evolução esteve restrita ao continente africano, mas com a saída de nossos ancestrais da África, por volta de dois milhões de anos, esse processo passou a incluir também a Ásia e a Europa”.
A exposição Do Macaco ao Homem está estruturada em módulos temáticos, autocontidos. Embora, como um todo, a mostra não esteja organizada de forma cronológica, a cronologia é respeitada em cada módulo. Logo no início, é apresentada uma árvore evolutiva da linhagem humana, estendendo-se de sete milhões de anos aos dias atuais. “O principal objetivo dessa árvore evolutiva é mostrar que já dispomos de uma quantidade significativa de fósseis que fazem a transição entre os primeiros bípedes, representados pelo Sahelanthropus tchadensis, e nossa espécie, o Homo sapiens, que surgiu por volta de 200 mil anos atrás”, explica Walter Neves.
Após essa introdução geral, a exposição se desenvolve nos seguintes módulos temáticos: a posição do homem no reino animal, a evolução da locomoção, a evolução da dentição, a evolução do cérebro, a evolução da aparência física, vis a vis, a aparência física de nossos parentes mais próximos, os grandes símios, a evolução da tecnologia da pedra lascada, terminando com um generoso módulo sobre a origem de nossa capacidade de simbolização e de produção artística.
“Este último módulo é de especial importância, tendo em vista que ele demonstra que, apesar de nossa linhagem evolutiva, que é definida pela bipedia, ser muito antiga, remetendo-se há cerca de sete milhões de anos, é apenas nos últimos 45 mil anos que se pode dizer que passou a existir no planeta algo que podemos chamar, de fato, de humanidade, incluindo aí o sentimento de religiosidade”, esclarece Neves.
Do Macaco ao Homem se baseia num número significativo de réplicas de nossos ancestrais, bem como de réplicas de artefatos de pedra lascada e de osso, sendo nesse último caso, de especial importância, peças de cunho artístico. Esse acervo, único na América Latina, foi acumulado pelo Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP nos últimos 20 anos.
A exposição é complementada por dois pequenos documentários: o primeiro, de três minutos, mostra como nossos ancestrais lascavam a pedra para confeccionar seus artefatos; o segundo, de sete minutos, mostra como os arqueólogos e os antropólogos lidam com ossos humanos, tanto no campo, quanto no laboratório.
Necessário retirar senha na bilheteria.