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Notícias

logoibnewNOTA DE ESCLARECIMENTO

No último dia 22/04/2015 mídias sociais divulgaram que estaria ocorrendo no IB uma aula com conteúdo racista numa disciplina do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Biologia Genética).
A Diretoria do IB esclarece que essa informação não procede.
A disciplina “English for Science”, ministrada integralmente em inglês pelo Professor Convidado Peter Lees Pearson, almeja estimular a escrita e o uso oral da língua inglesa. Dentre as estratégias de ensino adotadas inclui-se a indicação de textos publicados em revistas de circulação internacional, para leitura prévia. Não raro, o conteúdo dos textos é polêmico, almejando estimular o engajamento dos alunos no debate. Posteriormente, o conteúdo do texto é debatido em sala de aula e os alunos devem redigir ensaios, usando a língua inglesa. O texto indicado para a aula mencionada, publicado por Rushton e Jensen na revista Medical Hypotheses (2008) 71, 629–640, referia-se a uma ideia defendida por James Watson acerca de diferenças raciais envolvendo habilidades cognitivas. De acordo com o Professor Peter, pretendia-se estimular o debate sobre até que ponto os argumentos apresentados pelo autor seriam cientificamente defensáveis, e não estimular qualquer forma de racismo.
Ressaltamos que o Instituto de Biociências, em sintonia com a Universidade de São Paulo, estimula a tolerância e o respeito a divergência de opiniões, e a liberdade de expressão e discussão.

usp4º Prêmio Tese Destaque USP 2015

Estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Prêmio Tese Destaque USP, que premiará a melhor tese de doutorado defendida em 2014 em 9 áreas do conhecimento:
1) Ciências Agrárias
2) Ciências Biológicas
3) Ciências da Saúde
4) Ciências Exatas e da Terra
5) Ciências Humanas
6) Ciências Sociais Aplicadas
7) Engenharias
8) Letras, linguística e Arte
9) Multidisciplinar

A premiação das melhores teses é de R$ 10.000. Os orientadores das respectivas teses receberá 5 diárias para participação de evento internacional à sua escolha.

secaPrevisão para seca no Cantareira

"Projeção de pesquisadores da UNESP e USP diz que, na época de seca, Cantareira terá 15% de sua capacidade. O site Águas Futuras, mostra as previsões do nível do sistema para período de até 30 dias.

O profº Dr. Paulo Prado, do Departamento de Ecologia do IB/USP, é um dos autores do projeto, e admite: “Nós estamos entrando no período seco com 15% e não vai sair muito disso. E pra manter esses 15% é preciso manter essa retirada de água que a gente está praticando”, disse."

jolieAngelina Jolie e o câncer: opinião

A professora Lygia da Veiga Pereira Carramaschi, do departamento de Genética e Biologia Evolutiva do IB/USP, conversou com a Rádio Capital sobre a retirada dos ovários e tubas uterinas pela atriz Angelina Jolie. A atriz tem forte histórico familiar de câncer, e preferiu pela retirada dos seios primeiramente, em 2013, e em março deste ano realizou a cirurgia para retirada dos ovários e tubas uterinas.
A professora Lygia defende a atitude de Angelina em se prevenir, uma vez que a chance de a mesma desenvolver a doença era muito alta.

burocraciaBurocracia e Ciência

Quem é cientista ou estuda para tal sabe: no Brasil importar material para pesquisa é uma espera quase sem fim. A maioria dos insumos para ciência (reagentes e equipamentos, principalmente) são produzidos por indústrias americanas e/ou europeias, fazendo-se necessária a importação. Além do trâmite burocrático para compra destes itens, o trajeto que o produto faz da alfândega até o laboratório pode durar de meses a anos. Seguindo o caminho atual, as validades dos reagentes mais sensíveis facilmente expiram nos postos da Polícia Federal, constituindo um prejuízo financeiro e científico para a pesquisa brasileira. O que fazer? Como mudar este quadro e fazer com que a ciência ande a passos mais largos no Brasil?

A Folha de Londrina fala sobre o assunto em reportagem. A profª Lygia da Veiga Pereira Carramaschi, do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do IB/USP, comenta sobre o assunto em reportagem à Folha de Londrina. "Em termos de ciências, dois ou três meses de espera são uma eternidade. Enquanto esperamos insumos, alguém já publicou a ideia no exterior", lamenta a docente.