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egressaEgressa do IB é destaque internacional

Diante das dificuldades de um mundo cada vez com mais gente e menos comida para todos, a biotecnologia é um bom caminho para mexer em uma terceira variável que só a ciência parece ter acesso: a eficiência energética da planta. A ideia é aumentar a quantidade de carboidratos (consequentemente, de comida) produzida a partir da luz e água recebidas na lavoura.
A Dra. Amanda de Souza fez doutorado e pós-doutorado no IB/USP, Laboratório de Fisiologia Ecológica de Plantas (LAFIECO), com bolsa FAPESP, e atualmente está trabalhando diretamente nisso no projeto Realizing Increased Photosynthetic Efficiency (RIPE), vinculado à Universidade de Illinois (EUA). O projeto reúne cientistas de várias partes do mundo para trabalhar com engenharia fotossintética de culturas importantes para países em desenvolvimento, como arroz, legumes e mandioca.

ferreirinhaPoliandria em ferreirinhas

O mundo animal é uma caixinha de surpresas, e a cada novo olhar são novas descobertas. No tocante à reprodução, nos surpreendemos especialmente quando observamos a poligamia, com machos e fêmeas interagindo de maneiras que podíamos duvidar em outros tempos. As ferreirinhas, também conhecidas como dunnocks, (Prunella modularis) da Nova Zelândia apresentam um comportamento reprodutivo um tanto quanto inusitado: além da monogamia, elas também praticam a poliandria, que se define como uma fêmea que se reproduz com vários machos em coalisão.
Tanto a monogamia quanto a poliandria são observadas em populações de ferreirinhas ao redor do mundo. Cada macho ou grupo de machos defende seu território e sua fêmea, apesar de ser comum que machos tentem a sorte em copular com fêmeas de outros grupos, infiltrando seu DNA em ninhos alheios. Quando isso acontece, ocorre a perda de paternidade, ou seja, o “pai”acaba criando um filhote de um macho que não pertence ao seu grupo. A consanguinidade também é comum em populações de ferreirinhas.
Neste estudo, encabeçado pelo professor Dr. Eduardo S. A. Santos, hoje do Departamento de Zoologia do IB/USP, mas anteriormente doutorando da Universidade de Otago, Nova Zelândia, foram revelados alguns aspectos interessantes e intrigantes sobre a reprodução destes passarinhos. Apesar de a consanguinidade ser recorrente nessas populações, foi mostrado que a reprodução com múltiplos parceiros para uma fêmea reduz os efeitos negativos da reprodução entre indivíduos geneticamente aparentados. Além disso, do ponto de vista dos machos, caso os machos do mesmo grupo sejam aparentados (o que foi encontrado em 30% dos grupos pesquisados), a chance de propagação do DNA daquela linhagem é maior. A presença de dois ou mais machos num mesmo grupo reprodutivo também reduziu a perda de paternidade para machos de fora do grupo. Um outro dado interessante foi sobre a dominância dentro de um grupo poliândrico. Assim como em outros animais, há um macho dominante e que chefiará o grupo na defesa do território. Mas essa dominância, ao contrário de outras espécies, não se traduz em um aumento no número de filhotes. Nas ferreirinhas da Nova Zelândia, não há diferenças entre o número de filhotes dos machos monogâmicos, do macho dominante e do(s) macho(s) subordinado(s) do grupo.
O estudo foi publicado na Revista Journal of Animal Ecology, e contribui para o melhor entendimento da evolução e manutenção dos vários sistemas reprodutivos do mundo animal. A Agência Universitária de Notícias (AUN) também publicou matéria completa sobre a pesquisa, que você pode visualizaraqui.
Referência do artigo: Santos, E. S. A., Santos, L. L. S., Lagisz, M., & Nakagawa, S. (2015). Conflict and cooperation over sex: the consequences of social and genetic polyandry for reproductive success in dunnocks. The Journal of Animal Ecology. doi: 10.1111/1365-2656.12432

sp6Virada Científica da USP oferece mais de 150 atividades gratuitas para a população

A USP promove, nos dias 17 e 18 de outubro (sábado e domingo), a segunda edição da Virada Científica, promovida pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária, que leva ciência à população de modo lúdico e informal. Serão 24 horas de programação.

São mais de 150 ações, que acontecem na Cidade Universitária “Armando de Salles de Oliveira”, em São Paulo, e nos campida Universidade localizados no interior do Estado.

Em São Paulo, atividades e palestras serão realizadas nas Unidades de Ensino e Pesquisa e em um espaço central montado na Praça do Relógio. Com o tema “Vila da Virada”, esse espaço visa resgatar a relação entre ciência e a ocupação da cidade, propondo novos olhares para os temas urbanos que nem sempre têm sua relação com a ciência lembrada pelas pessoas.

Um exemplo é o skate, que estará presente no local em atividades lúdicas e palestras, como “A half pipe perfeita”, a ser proferida pelo professor do Instituto de Matemática e Estatística (IME), Eduardo Colli, que também coordena a Virada Científica.

Também na Vila serão promovidas palestras — “Mobilidade Urbana não motorizada”, “A Arte e a Rua”, “Sexo, Química e Poder”, entre outras; oficinas de ciência do projeto Arte & Ciência no Parque; oficinas de biologia (biodiversidade, extração de DNA e outros); exposição sobre doenças negligenciadas; ginástica artística e oficinas de circo.

Além disso, uma praça de food trucks será montada especialmente para o evento. Entre as palestras que ocorrem nas Unidades do campus, alguns destaques são abordagens de cientistas da USP sobre temas como obesidade, atividade física, terremotos, desenvolvimento sustentável, mudanças climáticas, prevenção e controle do câncer, mídias sociais e violência.

Além da Cidade Universitária, o Centro Universitário Maria Antônia, o Parque CienTec, a Casa de Dona Yayá, o Museu de Arte Contemporânea (MAC) e Faculdade de Medicina promoverão atividades especiais.Haverá, ainda, a exposição de uma célula gigante, na qual as pessoas podem entrar e visualizar sua estrutura interna, exposição de vertebrados e jogos de química interativos. Tudo isso ao som das baterias das Atléticas de diversas Unidades da USP.

A programação da Virada Científica também inclui eventos nos campi de Santos, Ribeirão Preto, São Carlos, Pirassununga, Bauru, Lorena e Piracicaba.

Para a pró-reitora de Cultura e Extensão Universitária da USP, Maria Arminda do Nascimento Arruda, o sucesso da primeira edição, realizada no ano passado, demonstrou a demanda que existe por parte da população por um maior contato com a ciência. Para ela, “é papel da Universidade pública levar aquilo que ela produz e pesquisa para todos, e um evento como esse permite que isso seja feito de maneira informal, divertida e interativa, o que só ajuda a aumentar o interesse e o entendimento das pessoas sobre o tema”.

O evento marca também a participação da USP na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e que agrega programações especiais de popularização da ciência em todo o País.

Todas as atividades são gratuitas e a programação completa pode ser consultada pelo siteda Virada Científica e na página do evento no Facebook.

(Assessoria de Imprensa da USP)

veraobioVIII Curso de verão em Bioinformática

Os Pós-Graduandos e a Comissão de Pós-Graduação Interunidades em Bioinformática da Universidade de São Paulo têm o prazer de anunciar o VIII Curso de Verão em Bioinformática. Todo ano, o curso é organizado pelos Professores e pós-graduandos do programa e conta com o apoio da Associação Brasileira de Bioinformática e Biologia Computacional (AB3C) e de grandes nomes da bioinformática brasileira e mundial como palestrantes, propiciando informações aos interessados e futuros ingressantes na área de bioinformática.

A área de Bioinformática têm obtido grande destaque nos últimos anos devido à grande quantidade de dados biológicos gerados e envolve diversas disciplinas das áreas de ciências exatas e biológicas. Nesse curso de verão serão apresentados conceitos introdutórios e também aplicações práticas, os quais são fundamentais para compreensão dos diferentes problemas biológicos e também das soluções computacionais envolvidas. O objetivo do curso é contribuir para a introdução dos participantes na área de bioinformática, abordando os principais temas da área. E em particular proporcionar uma preparação básica aos potenciais candidatos ao programa de mestrado e/ou doutorado em bioinformática, oferecido pelo programa.

DATA DO CURSO: 18 A 22 de Janeiro de 2016

INSCRIÇÕES: 05 a 30 de Outubro de 2015
​Mais informações e inscrições, no site: http://www.ime.usp.br/posbioinfo/curso-verao

aciespAcademia de Ciências do Estado de São Paulo

A Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp), composta atualmente por 420 acadêmicos que representam diversas áreas da ciência paulista,
tem por objetivo "consolidar a visão de São Paulo como o principal centro regional de excelência científica na América Latina".
Quatro temas principais são o foco deste ano: a luz, o envelhecimento da população, as mudanças no uso da terra e as mudanças climáticas.
Ressalta-se a atuação da ACIESP, junto ao Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, na composição do “Livro Branco da Água”, que tem como um de seus objetivos possíveis soluções para as questões relacionadas à água no Estado de São Paulo.

Recentemente, foi eleito como atual presidente um de nossos docentes.