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uspjournalCompreensão do ambiente marinho é crucial para sustentabilidade

Antonio Carlos Marques, professor do Departamento de Zoologia do IB/USP e diretor do Centro de Biologia Marinha da USP, comenta sobre a importância da compreensão do ambiente marinho para atividades econômicas e preservação ambiental.

"O Brasil sempre olhou o mar como recreação, mas agora tem descoberto as oportunidades de exploração de minerais e jazidas de petróleo". Segundo o professor, "o grande fascínio do homem pelo mar se contrasta com o pouco conhecimento humano desse ambiente. O professor explica que, nessa busca pela compreensão do mundo marinho, a pesquisa da biodiversidade é importante. Ele comenta sobre a produção científica da USP na área. Deficiências brasileiras nas questões ambientais têm custos para o Brasil, como a tragédia da barragem da Samarco, que afetou o litoral capixaba. O pesquisador aponta que é necessária maior compreensão do mundo marinho para exploração econômica de recursos minerais e marinhos".

buckerideMarcos Silveira Buckeridge, professor do Departamento de Botânica do IB/USP e presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo comenta sobre a ciência brasileira.

Segundo o professor, "nós levamos um tempo enorme para atingir um patamar de nível mundial; e vamos voltar ao que éramos quando a gente era uma ciência de terceiro mundo."

southamericaBiologia evolutiva do desenvolvimento explica origem das formas biológicas

Em reportagem do Jornal da USP o Prof. Federico David Brown Almeida do Departamento de Zoologia do IB/USP fala sobre a biologia evolutiva do desenvolvimento (em inglês evo-devo).
O docente aborda também a edição especial do Journal of Experimental Zoology Part B., lançada no início deste ano, dedicada à área na América Latina.

uspjournalRelatório internacional prevê utilização de edição genética

Em entrevista ao Jornal da USP a professora Mayana Zatz, do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do IB/USP, fala sobre a correção de genes que causam doenças genéticas.

blackmotherBranco pelo lado paterno, negro pelo materno

Confira a reportagem da Agência FAPESP sobre a história genética de remanescentes de quilombos, comunidades importantes no processo de miscigenação da população brasileira.

"A análise de cromossomos mostrou que cerca de 65% tem origem europeia. No lado materno, a origem é principalmente africana".

Dentre os autores do estudo, publicado no American Journal of Human Biology, destacam-se Lilian Kimura (primeira autora) e os docentes Regina Célia Mingroni Netto e Diogo Meyer, todos do
Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do IB/USP.