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A SÍNDROME DO CROMOSSOMO X-FRÁGIL

Angela Maria Vianna Morgante
Departamento de Biologia / IB/USP


Figura 3. Análise do loco FMR1 por Southern blotting, usando-se a sonda StB12.3, após digestão do DNA com as enzimas de restrição EcoRI e EagI. Quando a ilha CpG está desmetilada ambas as enzimas conseguem cortar o DNA, mas quando ela está metilada a EagI não reconhece o sítio de corte. (a) Num homem normal, o fragmento normal desmetilado que contém o gene FMR1 e resulta do corte pelas duas enzimas tem 2,8 kb. (b) Quando a pré-mutação está presente, o fragmento desmetilado é maior, podendo chegar a 3,4 kb, dependendo do tamanho da repetição de trinucleotídeos. (c) Já no afetado, o número de repetições é muito maior e a enzima EagI não corta a ilha CpG que está metilada; como conseqüência são produzidos fragmentos bem maiores, com mais de 5,8 kb.









Última atualização em 14/07/97
Enedina Araujo Ferreira.
enedina@ib.usp.br

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