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Junho 2011

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Expediente

Consultores: Agustín Camacho Guerrero, Alexandre Toshiro Igari, Arnaldo Cheixas-Dias, Barbara Tomotani, Camila de Toledo Castanho, Felipe Bastos Rocha, Maria Estefania Fernandes Rodrigues, Olívia Mendonça-Furtado, Patrícia do Amaral Meirinho e Pedro José Tótora da Glória

Editores: André Frazão Helene, Carlos Ribeiro Vilela e Marcelo Luiz Martins Pompêo

Editores gráficos: Juliana Roscito e Leonardo Maurici Borges

Coordenadores: Agustín Camacho Guerrero, Pedro Leite Ribeiro e Rodrigo Pavão

Artigos

ACOMODAÇÃO FENOTÍPICA E ACOMODAÇÃO GENÉTICA: EVIDÊNCIAS E QUESTÕES NÃO RESOLVIDAS EM MACROEVOLUÇÃO
Monique Nouailhetas Simon

Novos conceitos relacionados à plasticidade de desenvolvimento, como acomodação fenotípica e acomodação genética, estão sendo debatidos e empiricamente testados quanto à sua participação em macroevolução. A acomodação fenotípica consiste de uma reorganização de múltiplos caracteres do fenótipo, sem qualquer alteração genética. A acomodação genética pode se seguir à fenotípica, sendo um processo de mudança na frequência de alelos que determinam a plasticidade de desenvolvimento, em uma população submetida à seleção natural. A hipótese de promoção de especiação por acomodação genética é parcialmente suportada em populações naturais e mecanismos de desenvolvimento desse fenômeno foram recentemente revelados. A proposta de origem de novidades evolutivas por acomodação fenotípica de estímulos ambientalmente induzidos sofre muita resistência, sendo pouco testada e permanecendo como uma questão não resolvida. Palavras-chave. Plasticidade de desenvolvimento, especiação, novidades evolutivas. doi: 10.7594/revbio.06a.01

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INTERCRUZAMENTO DE HUMANOS MODERNOS COM NEANDERTAIS: NOVAS PERSPECTIVAS À LUZ DA GENÉTICA
Bárbara Domingues Bitarello e Diogo Meyer

Algumas análises fósseis encontraram características osteológicas em ambos – humanos modernos e neandertais – que sugerem intercruzamento das duas espécies. Se, contudo, for aceita a teoria da origem africana, segundo a qual humanos modernos substituíram os neandertais na Europa, sem intercruzamento dos dois grupos, então essas características podem pertencer a um ancestral comum das duas espécies ou mesmo ser um exemplo de evolução convergente. Mais de uma década de estudos do DNA mitocondrial estabeleceram que, para essa molécula, humanos modernos e neandertais são claramente linhagens genéticas separadas, sem sinais de miscigenação. A recente descoberta de que humanos modernos e neandertais compartilham porções significativas de seus genomas nucleares, entretanto, acende novas questões sobre a hipótese de origem africana e sobre o que nos faz humanos modernos. Palavras-chave.  DNA antigo, sequenciamento. doi: 10.7594/revbio.06a.02

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Comentários

Olá Monique Simon! Parabéns pelo artigo intrigante sobre macroevolução.

 

Att

Rodrigo Eberhart 

por favor, disponibiliza a revista todo pra download?

 

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