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Junho 2009

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Expediente

Consultores: Anary Priscila Monteiro Egydio, André Haruo Kanamura, Cristina Aparicio, Guilherme Renzo Rocha Brito, Leonardo Henrique Ribeiro Graciani de Lima, Maria Fernanda Laranjeira da Silva, Pedro Leite Ribeiro, Renata Brandt Nunes, Renata Moretti e Renato Chimaso dos Santos Yoshikawa

Editores: Déborah Yara Alves Cursino dos Santos, Gilberto Fernando Xavier, Marcelo Luiz Martins Pompêo e Sônia Godoy Bueno Carvalho Lopes

Coordenação: Pedro Leite Ribeiro e Rodrigo Pavão

Artigos

A CIÊNCIA VALE A PENA?
Arnaldo Cheixas-Dias

O desenvolvimento da ciência e do pensamento lógico promoveu avanços robustos ao longo da história, permitindo ao homem viver mais e melhor. Ao mesmo tempo, os avanços tecnológicos e na comunicação de massa estimularam as pessoas a viver com soluções prontas, o que as afastou demasiadamente do pensamento científico. A vida em regime democrático depende crucialmente de uma cultura científica, que potencializa as liberdades individuais e coletivas. Nesse texto, a cultura científica é discutida em seus aspectos históricos e, em contraposição às pseudociências, que oferecem falsas soluções para as demandas sociais, é defendida como instrumento de desenvolvimento social. Palavras-chave. Ciência, educação para a ciência, história da ciência. doi: 10.7594/revbio.02.01 

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UMA VISÃO HOLÍSTICA SOBRE OS ECOSSISTEMAS FLUVIAIS
Aline Sueli de Lima Rodrigues

O ecossistema fluvial é caracterizado por uma grande variabilidade e complexidade de parâmetros bióticos e abióticos, essencialmente dinâmicos, os quais possuem um papel fundamental na manutenção da qualidade de vida. Neste contexto, o presente trabalho trata de alguns aspectos relacionados com os ecossistemas fluviais, ressaltando a importância da adoção de uma visão holística como critério complementar na avaliação da “saúde” dos rios. A avaliação dos rios com um enfoque holístico, aliada aos critérios clássicos de avaliação (como os parâmetros físico-químicos – pH, temperatura, turbidez, etc. – e biológicos), fornecem informações que refletem o verdadeiro estado dos recursos fluviais. Palavras-chave: ecossistemas fluviais; rios; visão holística; avaliação. doi: 10.7594/revbio.02.02

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FISIOLOGIA DA MÚSICA: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA
Felipe V. Rodrigues

Por todo o mundo, nas mais diferentes culturas, é possível encontrar pessoas produzindo ou apreciando música. Ainda assim, não conseguimos explicar consensualmente se há na música vantagens adaptativas e por que ela está irrestritamente distribuída pelo globo. Estava Darwin certo ao sugerir que a música vem desde tempos remotos, ainda com nossos ancestrais? Mas e quanto às outras espécies? Podem elas produzir ou apreciar música? Se sim, por prazer/arte, como parece ser ao homem, ou como um simples instinto? Os indícios que permitem responder essas questões começam a ser encontrados. Faremos aqui uma revisão dos mecanismos neurofisiológicos que possibilitam a existência de música no homem e de que formas ela se manifesta em outras espécies.  Palavras-chave. Música, neurociências, fisiologia comparativa. doi: 10.7594/revbio.02.03

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AS CARACTERÍSTICAS DA COBERTURA VEGETAL DO DISTRITO DE PINHEIROS EM SÃO PAULO NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
Julia Camara de Assis

A cobertura vegetal é um elemento importante no ambiente urbano, pois agrega melhorias ambientais e qualidade de vida aos cidadãos. No distrito de Pinheiros em São Paulo, o mapeamento de imagens de satélite em escala de detalhe da cobertura vegetal, evidencia distribuição heterogênea da vegetação, mais concentrada em manchas ao norte e sul do distrito, correspondendo a 15% da área. A região central apresenta grande escassez de cobertura vegetal e deveria ser considerada como alvo prioritário de planejamento de melhorias ambientais. O arranjo da vegetação onde está presente é agrupado, porém não-contínuo e também poderia ser melhorado com adensamento vegetacional. Palavras-chave. cobertura vegetal, conectividade, ambiente urbano. doi: 10.7594/revbio.02.04

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