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Janeiro 2014

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Expediente

Consultores científicos: Marcelo Veronesi Fukuda, Jorge Alves Audino, Carolini Kaid Dávila, Nancy de Castro Stoppe, Fernanda Cardoso de Freitas e Pedro Aurélio Costa Lima Pequeno

Editores científicos: Fabricio Beggiato Baccaro, Carlos Ribeiro Vilela e Sônia Godoy Bueno Carvalho Lopes

Editores gráficos: Juliana Roscito e Leonardo M. Borges

Coordenadores: Agustín Camacho, Daniela Soltys, Pedro Ribeiro e Rodrigo Pavão

Artigos

A malacofauna fóssil da Bacia de Itaboraí, Rio de Janeiro: histórico dos estudos e perspectivas para o futuro
Rodrigo Brincalepe Salvador e Luiz Ricardo Lopes de Simone

Os calcários da Bacia de Itaboraí (Paleoceno Médio) guardam um registro fóssil riquíssimo, composto principalmente por mamíferos e gastrópodes pulmonados, mas também contando com aves, répteis, anfíbios e vegetais. Esses fósseis começaram a ser estudados na década de 1930, com o início da exploração do calcário para a produção de cimento, e muitos mais foram descobertos durante as décadas seguintes, até a bacia ser abandonada com o final das atividades da pedreira nos anos 80. Só recentemente o estudo desses fósseis foi retomado. Apesar da extensa pesquisa, o conhecimento sobre a fauna fóssil de Itaboraí permanece incompleto, não indo muito além das descrições originais das espécies. Palavras-chave. Gastropoda; Mollusca; Paleoceno Médio; Pulmonata; Terciário. DOI: 10.7594/revbio.11.02.01

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Relação genética entre as cepas de Yersinia pestis isoladas durante epizootia no foco da chapada do Araripe, Pernambuco, Brasil, por MLVA
Morse Edson Pessoa Junior, Gerlane Tavares de Souza, Silvana Santos, Tereza Cristina Leal Balbino, Nilma Cintra Leal, Maria Betânia Melo de Oliveira e Alzira Maria Paiva de Almeida

Um conjunto de vinte cepas de Yersinia pestis isoladas durante a investigação de uma epizootia em um foco da Chapada do Araripe, município de Exu, Pernambuco, Brasil, foi analisado em seis locos VNTR (número variável de repetições em tandem). As cepas, conservadas na bacterioteca do SRP (Serviço de Referência em Peste), foram reativadas e a identificação bacteriológica confirmada pela suscetibilidade ao bacteriófago antipestoso. Alterações no genoma foram pesquisadas pela presença ou ausência de genes de virulência nos plasmídeos prototípicos da Y. pestis e na Ilha de Alta Patogenicidade (HPI) das yersínias por meio da reação em cadeia da polimerase multiplex (multiplex-PCR). As cepas revelaram-se geneticamente relacionadas, por MLVA (análise de múltiplos locos do número variável de repetições em tandem), o que reflete a relação epidemiológica desses isolados. Palavras-chave. MLVA; peste; VNTR. DOI: 10.7594/revbio.11.02.02

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Comentários

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