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Dezembro 2008

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Expediente

Consultores: Arnaldo Cheixas-Dias, Breno Teixeira Santos, Carolina Fiorillo Mariani, Felipe Bandoni De Oliveira, José Bonomi Barufi, José Eduardo Amoroso Rodriguez Marian, Maíra Natali Nassar, Maria Fernanda Calió, Olidan Pocius, Pedro Leite Ribeiro e Vivian Lavander Mendonça

Editores: Gilberto Fernando Xavier, Marcelo Luiz Martins Pompêo e Sônia Godoy Bueno Carvalho Lopes

Coordenação: Pedro Leite Ribeiro e Rodrigo Pavão

Artigos

DESMISTIFICANDO OS MAMÍFEROS MARINHOS: UMA AÇÃO DE POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA EM CAMPO LARGO – PR
Nicolle Veiga Sydney

Crendices e mitos sobre mamíferos marinhos podem surgir a partir de dúvidas e curiosidades sobre a sua biologia. Esse estudo se propôs a aplicar uma oficina interativa com 75 alunos dos Ensinos Fundamental e Médio, a fim de aumentar o conhecimento dos mesmos com relação aos mamíferos marinhos, além de promover uma ação de popularização da ciência. Após a aplicação da oficina, foi possível perceber que esta contribuiu para o aumento do conhecimento dos participantes e que a atividade que mais os cativou, simulação de projetos de pesquisas, foi relevante para que eles compreendessem como o conhecimento científico é gerado. Palavras-chave. Mamíferos marinhos; Educação ambiental; Popularização da ciência. doi: 10.7594/revbio.01.01

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A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DA COMPLEXIDADE
Marcos Silveira Buckeridge

Este ensaio trata do processo de negação coletiva, um bloqueio mental causado pelo confronto com temas de alta complexidade e a possibilidade de que este processo tenha retardado reconhecimento da importância das mudanças climáticas globais e seus efeitos por mais de 30 anos. Mas a manifestação da negação coletiva vem diminuindo com a sociedade cada vez mais informada devido aos meios de comunicação. O pronto acesso à informação tende a gerar uma sociedade mais crítica e menos propensa a acreditar dogmaticamente nos conceitos científicos. Esta nova sociedade já demanda transparência e quer participar do processo de obtenção e uso do conhecimento. Neste século teremos que lidar uma nova forma de fazer ciência, que provavelmente terá participação bem mais significativa da sociedade. Palavras-chave. Mudanças climáticas, negação coletiva, complexidade. doi: 10.7594/revbio.01.02

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SE EXTINÇÕES ASSOCIADAS A MUDANÇAS CLIMÁTICAS SÃO EVENTOS NATURAIS, POR QUE DEVEMOS NOS PREOCUPAR COM O CENÁRIO ATUAL?
Carlos A. Navas, Ariovaldo Cruz-Neto

O clima da Terra está mudando e, simultaneamente, presenciamos uma acelerada perda da biodiversidade. Grandes extinções derivadas de mudanças climáticas já aconteceram na vida na Terra. Estamos, então, presenciando mais um evento natural de extinção em massa? Este ensaio visa discutir essa pergunta. Palavras-chave. Extinção, fisiologia, mudanças climáticas, sinergismo. doi: 10.7594/revbio.01.03

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CAUSA E FUNÇÃO
Pedro Leite Ribeiro

A razão causal do comportamento nem sempre é parecida com sua razão funcional. Por exemplo, o que faz com que o comportamento sexual aconteça é, na maioria das vezes, a atração que a fêmea sente pelo macho e vice e versa, enquanto que sua razão funcional é bem diferente e distante; a reprodução. O estudo do comportamento deve, portanto, necessariamente levar em consideração as suas razões causais e funcionais. Palavras-chave. Comportamento, Causa, Função. doi: 10.7594/revbio.01.04

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APRENDIZAGEM E MEMÓRIA
Rodrigo Pavão

A capacidade de aprender permite com que seja possível prever eventos futuros baseado nas regularidades passadas memorizadas, trazendo significativa vantagem adaptativa. Nessa revisão será apresentado um histórico do estudo da aprendizagem e memória, discutindo trabalhos que contribuíram para a distinção dos diferentes tipos de memória e seus mecanismos de funcionamento. Palavras-chave. Aprendizagem, memória, histórico. doi: 10.7594/revbio.01.05

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EVOLUÇÃO DA VIVIPARIDADE EM SQUAMATA: CENÁRIOS EVOLUTIVOS E RARIDADE DOS ESTÁGIOS INTERMEDIÁRIOS
Renata Brandt Nunes

A viviparidade em Squamata é derivada da oviparidade e surgiu mais de 100 vezes distintas dentro do grupo. Uma das hipóteses que melhor explica esta transição está relacionada aos requerimentos térmicos dos embriões em desenvolvimento. As trocas gasosas e umidade do substrato de incubação, entretanto, também são fatores fundamentais para sobrevivência nos estágios embrionários. Estes últimos fatores, por sua vez, podem ser os responsáveis pela raridade de estágios intermediários de desenvolvimento no momento da postura, uma vez que um compromisso evolutivo entre o prolongamento da retenção uterina e a espessura da casca é claramente identificado. Palavras-chave. Evolução da viviparidade, Squamata, Estágios de desenvolvimento. doi: 10.7594/revbio.01.06

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Comentários

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