Abordagens convergentes, novidades evolutivas e a origem da carapaça das tartarugas

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Autor / Author

Gabriel de Souza Ferreira

Resumo

A origem da carapaça das tartarugas tem sido há muito tempo uma incógnita para a biologia evolutiva. Historicamente, duas principais hipóteses sobre seu surgimento foram propostas: a origem composta propunha sua gênese pelo sucessivo acúmulo de osteodermos e posterior fusão destes com as costelas e arcos neurais das vértebras truncais; a origem de novo, considerava a carapaça como uma estrutura nova, derivada de intensa modificação das costelas e arcos neurais. Nesta revisão, mostrarei como recentes avanços de abordagens em biologia evolutiva do desenvolvimento bem como novos achados paleontológicos favoreceram largamente a última hipótese, preenchendo lacunas sobre a origem e suportando a carapaça como uma novidade evolutiva, ilustrando como abordagens integradoras podem fornecer visões mais detalhadas do processo evolutivo. Palavras-chave. Carapaça de tartarugas; Testudinata; Evo-Devo; Paleontologia. DOI: 10.7594/revbio.16.01.01

Title

Convergent approaches, evolutionary novelties and the origin of the turtle carapace

Abstract

The origin of the turtle carapace has been for a long time an evolutionary mystery. Historically, two main hypotheses about its emergence disputed the interests of researchers: the composed origin proposed its genesis by the successive accumulation of osteoderms and their posterior fusion with the ribs and trunk vertebrae neural arches; the de novo origin, considered the carapace as a novel structure, derived from intense modification of the ribs and neural arches. In this review, I will show how recent advances on evolutionary developmental biology and new paleontological findings favored the latter hypothesis, filling the gaps about the origin and supporting the carapace as an evolutionary novelty, illustrating how integrative approaches can provide more detailed views on the evolutionary process. Keywords. Turtle carapace; Testudinata; Evo-Devo; Paleontology. DOI: 10.7594/revbio.16.01.01

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