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Obrigado pelo estudo. Tornou mais claro o seguinte poema de Antero de Quental:

 

Deus

Quem, senão Deus, criou obra tamanha,

O espaço e o tempo, as amplidões e as eras,

Onde se agitam turbilhões de esferas,

Que a luz, a excelsa luz, aquece e banha?

Quem, senão ELE, fez a esfinge estranha

No segredo inviolável das moneras,

No coração dos homens e das feras,

No coração do mar e da montanha?!

Deus!... somente o Eterno, o Impenetrável,

Poderia criar o imensurável

E o Universo infinito criaria!...

Suprema paz, intérmina piedade,

E que habita na eterna claridade

Das torrentes da Luz e Harmonia!

 

(Psicografia de Chico Xavier, no livro Parnaso de além-túmulo, FEB, 2006, p. 90)

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