Banco de Povoamentos de Comunidades Bentônicas de Substrato Consolidado do Litoral Brasileiro

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Banco de povoamentos
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O banco reúne informações acerca dos povoamentos identificados e caracterizados usando a metodologia do levantamento fisionômico (Berchez et al. 2005).

A inclusão de dados é aberta todos os projetos cadastrados. Os interessados deverão inicialmente solicitar identificação e senha à  fberchez@ib.usp.br.

 

Acesso ao Banco de Povoamentos

 

Autores

Organizadores e concepção conceitual: Flávio Berchez e Natália Ghilardi (IB-USP e BIOTA/ FAPESP)

Desenvolvimento: Gustavo Polillo Correa (IB-USP)

Revisão taxonômica: Valéria Flora Hadel (Zoologia - CEBIMar-USP) e Mutuê T. Fujii (Ficologia - Inst. Botânica/SMA)

Idealizado em montado no segundo semestre de 2005

 

Alimentação do banco de dados
A inclusão de dados é permitida apenas para projetos cadastrados. O preenchimento dos campos deve seguir as recomendações abaixo.  Após análise da adequação, as informações serão  incluídas definitivamente.  Caso estejam incompletas ou falhas será enviada mensagem ao autor para que complemente as informações ou corrija a formatação. A autoria e responsabilidade será da pessoa que incluiu a informação.

 

Categorias de informação

Novos povoamentos ainda não descritos: objetivam descrever e disponibilizar para outros pesquisadores dados que permitam seu reconhecimento e o conhecimento de suas características e variações. Devem conter:

1) Nome: observe a padronização já existente nos nomes anteriores, que inclui as seguintes denominações: crosta, tapete, banco, colônia e região, seguidos por denominações referentes ao(s) nome(s) do(s) táxon(s) de categoria mais próxima de gênero identificado(s) como  espécies dominantes.

2) UTO dominantes: citar, dentro povoamento, os táxons que, somados,  recobrem até 80% do substrato (estimativa visual). As unidades taxonômicas operacionais (UTOs) devem ser definidas em função do nível taxonômico hierarquicamente menor que possa ser operado em campo. Os povoamentos são  substituídos por atributos não biológicos nos casos em que "Substrato Inconsolidado" e "Substrato Consolidado" ocorrem entremeando as áreas amostrais .

3) UTO associadas: incluir aqui espécies que, embora não dominantes em termos de cobertura, sejam caracteristicamente associadas à um tipo de povoamento e possam auxiliar na sua identificação.

4) Descrição: descrever (a)  sua arquitetura geral e aspecto (b) sua categoria (crosta, tapete, banco, colônia e mancha), (c) que tipo de organismo o compõe (algas, cracas, esponjas, etc) (d) sua cor, (e) se ocorre em manchas isoladas (tamanho, forma) ou em faixas contínuas relacionadas à zonação do costão, (f)  a densidade das espécies dominantes (organismos justapostos ou exparsos), (g) características da morfologia externa da espécie dominante que facilitem a identificação do povoamento e (h) outras informações pertinentes, como o número de estratos do povoamento.

5) Ambiente: descrever empiricamente as condições ambientais em que  é normalmente encontrado, incluindo nível (supra, médio ou infralitoral e que posição dentro deles), espécies que ocorram no mesmo nível, acima ou abaixo que possam servir como referências relativas à sua posição, face das rochas (superior, lateral ou inferior), hidrodinamismo e irradiância (alto, médio e baixo).

6) Autores da descrição: responsáveis pela descrição inicial, cujos nomes constarão do banco de dados como autores.

Ocorrências referentes a  povoamentos já descritos: objetivam referenciar geograficamente a distribuição dos povoamentos nos diferentes pontos da costa, permitindo também a descrição e caracterização das comunidades em cada local. Objetivam também determinar as variações de amplitude e características de cada povoamento. Para tanto, baseando-se nos povoamentos já descritos no banco de dados, deve ser preenchida uma ficha com os dados, incluindo possíveis variações em relação às características anteriormente observadas em outro local. As seguintes informações devem ser incluídas:

1) Posicionamento geográfico geo-referenciado por GPS: anotar as latitudes e longitudes  referentes respectivamente aos pontos de início e término do povoamento no costão.  No caso de ambientes planos, não lineares, como lajes submersas, recifes e outros, a distribuição de um povoamento pode ser expressa em até 4 pontos. Lembrar que o grau de erro referente ao posicionamento por GPS é normalmente ao redor de 8m. Os dados devem ser expressos no Datum Córrego Alegre.

2) Tipo de distribuição: contínua, formando uma zona definida no costão ou esparsa.

3) Variações da descrição: citar as diferenças notadas em relação à descrição anterior, que permitam sua complementação, como por exemplo  variações esperadas, mais ainda não encontradas nas amostragens pretéritas e problemas a serem abordados em estudos posteriores. A partir da constatação (empírica) de que ocupam  hábitat ou  nicho ecológico diferentes deve ser descrito um novo povoamento.

5) Níveis extremos de ocorrência e região:  citar o nível superior e inferior em que o povoamento é encontrado no intervalo referido, em metros em relação ao nível da maré mínima (0.0) e a região do litoral (supra, médio ou infra).

4) Autor da ocorrência: nome do(s) responsável (veis) pela descrição.

Página elaborada por F.Berchez
Última atualização jan/2006